Anotem ai: VADIAS TAMBÉM AMAM! Andem, anotem! Cai na prova, é bom tomarem nota.
O textículo de hoje será breve, bem breve. É pra passar uma mensagenzinha simples sobre o amor. Ahhh, o amor!
Amor não se escolhe, ok amiguinhas? No máximo escolhemos sentir ou reprimir aquilo que sentimos, mas isso é dádiva de poucos. No geral, como diria o célebre Stephen Chbosky (As vantagens de ser Invisível), nós aceitamos o amor que achamos merecer.
Entretanto, o que são vadias?
A sociedade reconstrói essa terminologia desde que a Hebe nasceu (zilhões de anos atrás) e a definição sempre cai pra um conceito tão machista que fede à testosterona de adolescente – a menina que “pega geral”, usa roupa assim ou assado, não tem muito estudo, ou tem tanta esperteza a ponto de converter sua beleza em produto – isso na visão deles.
Pois bem, a minha discussão é a seguinte… Podem, essas tais vadias, amar? Ou o cara mais velho cheio da grana que elas estão afim são apenas um investimento financeiro a longo prazo?
Amar pra mim é algo paradoxalmente intangível, porém acessível. Intangível sim porque muitos não caem nas graças divinas da paixão, e passam a vida de coração vazio. Acessível também, porque acredito que amor pode ser construído aos poucos, como o de amigo, com a companhia, convivência, companheirismo e dedicação.
E vadias, naquela definição um tanto quanto machista, também podem amar. Podem sim se apaixonar por um homem mais velho, ou mais novo. Por que não?
A linguística é a maior incompreensão social do ser humano. Se pararem para pensar concluirão: todas as grandes guerras sociais partem de uma simples falha de comunicação.
Vi no.....As Biritas confere lá

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